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Access Control x Awareness

13 de janeiro de 2007

Ao ir almoçar hoje com o Igor Pipolo (ABSEG) e mais duas pessoas de segurança patrimonial, uma cena comum não passou desapercebida: Um Crachá sobre a mesa “reservando lugar”. Nós brincamos sobre a situação, mas logo comecei a pensar mais seriamente…

Particularmente eu acho uma falta de educação notória as pessoas “ocuparem” lugares com seus crachás enquanto outros ficam em pé esperando. Esta atitude aumenta o tempo de uso da mesa em pelo menos 50%, pois ela fica ocupada enquanto a pessoa se serve e enquanto come.  Mas se as pessoas não tem nem mesmo essa consciência sobre o coletivo, como esperar a consciência sobre segurança?

Perto, ou até mesmo dentro de todo grande edifício empresarial existem restaurantes onde os funcionários de grandes empresas almoçam. A quase totalidade dos crachás pertencem a empresas que possuem um controle de acesso bem implementado, utilizando o mesmo crachá como fator de autenticação (algo que você possua). Isso nos leva a pensar que se alguém quiser visitar nossa empresa basta passear pelos restaurantes próximos à empresa e se servir no self-service de crachás. Raramente vemos uma bolsa sobre uma mesa, isso porque as pessoas consideram que suas bolsas e carteiras tem valor. Porque então as pessoas acham que seus crachás (que podem conter até mesmo smart cards)  não tem valor?

Desta situação eu tirei duas lições quanto a fatores de autenticação:

1) Quando se trabalha com “algo que você possua” a autenticação com 2 fatores é cada vez mais desejada, mas pode causar gargalos. Se insistirmos em apenas um fator, temos que conscientizar e lembrar constantemente ao dono deste crachá sobre o seu valor.

2) Aquilo que você é, você nunca esquece e ninguém lhe tira.

Minha mãe costumava dizer que eu não esqueço a cabeça porque está grudada no pescoço, o mesmo serve para a Íris, retina, mãos, voz, etc. Se fosse desenhar um controle de acesso hoje consideraria com muito carinho uma solução biométrica, desde que seja rápida o suficiente para não gerar gargalo.

De qualquer forma um pouco de senso coletivo agilizaria o almoço de todos e garantiria um pouco menos de exposição das empresas.

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